quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ensinar Religião ou ensino religioso?


            O ser humano busca uma resposta sua existência estabelecendo uma relação de aproximação com o sagrado que acontece por intermédio das religiões, em diferentes países relação é predominante na religião com maior presença na cultura e história do país. Levando-se em conta que na escola buscamos a socialização bem como respostas a questões como estas a confusão é previsível.
A escola é local de socialização e acesso a todos sem distinções, encontraremos em nossa história escola onde prevaleceu o aspecto doutrinário e disciplinador e que em nome de uma opção religiosa abriu-se mão do respeito a diversidade onde devem ser peitado a diversidade e portanto o menos viável para introdução de educação religiosa, fato em que geram discórdias pois cada religião tem seu modo de agir e pensar. Na escoe da pluralidade religiosa. Os alunos precisam aprender a conviver e lidar com as diferenças respeitando cada ser que compõe, as pessoas devem ser livres para escolherem quais caminhos seguir.
Sabemos que a escola pública é um espaço de diversidade social cultural e econômica, com diferentes crenças, esse alunos estão em fase de formação, e para serem aceitos no grupo, estão receptivos a tudo que lhes é apresentado. A proposta como parte da educação deve propor o ecumenismo e o respeito, deixando de ser uma verdade absoluta na vida do educando, não indo contra os princípios religiosos da sua família.
            A lei trata da legalidade do assunto na lei nº 9.394/96 (LDB) que diz o artigo 33:
O ensino religioso, de matricula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas publicas do ensino fundamental, sendo oferecido, sem ônus para os cofres públicos, de acordo com as preferências manifestadas pelos alunos ou pelos seus responsáveis[...]

           
            Desde 1891 o Brasil reconheceu a liberdade religiosa e suas várias expressões.
Ensinar religião de forma cultural e histórica é a proposta, mas consideramos que o professor e seu preparo é fundamental para com o respeito a diversidade religiosa, tendo e reforçando que perante a lei a escola é um ambiente laico multi cultural e livre de obstáculos a livre expressão religiosa.

            Segundo a LDB o ensino religioso é parte da formação do cidadão, sendo assim a escola é um espaço de uma discussão saudável e construtiva onde todos crescem em amadurecem sua visão de mundo, tornando a sociabilidade natural e a fé uma vivência plural e construtiva.
Ana Carolina Vieira
            Aparecido dos Santos França 
            Mauricio Miyasiro
            Patrícia de Alencar Lie
            Thais Batista


Por que misturar escola com religião é ilegal?


Sabemos que a escola pública recebe todo tipo de aluno, com diversas crenças, esse alunos estão em fase de formação, e para serem aceitos no grupo, vão até contra seus princípios. O mais complicado é impor uma religião como matéria, e essa mesma se tornar uma verdade absoluta na vida do educando, muitas vezes indo contra os princípios religiosos da sua família.

 Dizer que a religião na escola é ilegal, vai contra a lei nº 9.394/96 (LDB) que diz o artigo 33:

O ensino religioso, de matricula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas publicas do ensino fundamental, sendo oferecido, sem ônus para os cofres públicos, de acordo com as preferências manifestadas pelos alunos ou pelos seus responsáveis[...]







 Mas ir contra a constituição é ilegal, desde 1891 o Brasil reconheceu a liberdade religiosa e suas várias expressões.
Ensinar religião de forma cultural e histórica seria interessante ao aluno, desde que o professor esteja preparado para lidar com diversidade religiosa, tendo equilíbrio sobre suas emoções, não induzindo o educando ao fanatismo de determinadas crenças.



O Brasil é um país laico e multicultural, sendo assim temos que respeitar a religião de cada um. 


Ana Carolina Vieira
Aparecido dos Santos França 
Mauricio Miyasiro
Patrícia de Alencar Lie
Thais Batista

quarta-feira, 27 de março de 2013

A Reflexão sobre a Prática e a Prática pautada na reflexão...


Pensar a escola nos dias atuais é pensar em um espaço, que nos convida a desafios e novas perspectivas a todo o instante. Estar na escola é se dispor a olhar o mundo do ponto da formação do cidadão em seus aspectos morais, éticos e da construção do conhecimento.

É sob este olhar que observamos as práticas educativas aplicadas nas escolas, em sua maioria nos dias atuais ainda se encontra deslocada de um contexto social concreto e não favorece a dialogicidade exposta por Paulo Freire.

Em muitos aspectos ainda vemos os resquícios de uma educação bancária, que privilegia a o conhecimento em detrimentos da dialogicidade, dos processos de aproximação humana, tornando a experiência de aprender um processo desinteressante e deslocado da realidade.

Neste sentido a muito a ser feito, atividades podem ser propostas, mas o centro da questão está na compreensão por parte dos educadores e do corpo escolar da riqueza de possibilidades que podem ser exploradas e ampliadas com um olhar cuidadoso voltados aos alunos e a comunidade.

Entendemos que as atividades fora da sala de aula podem ajudar na criatividade dos educandos (desde que tenham objetivos claros) assim favorecendo no desenvolvimento da socialização e humanização da prática, trazendo-os como sujeitos no mundo e com o mundo.

A diversidade dentro da escola proporciona a provocação do diálogo, a criatividade, a humanização e a criticidade, pois não há como conviver com as diferenças sem que haja um despertar para as questões levantadas.

O currículo escolar neste sentido é o instrumento para a concretização de metas e objetivos propostos como um mapa que orienta o caminho, mas enfatizamos que deve ser construído a fim de favorecer a construção de um cidadão sujeito e não objeto, proporcionando as oportunidades de se desenvolver como ser humano, ampliando assim sua visão do mundo e da realidade que o cerca.

Ana Carolina Vieira
Aparecido dos Santos França
Mauricio Miyasiro
Patrícia de Alencar Lie
Thais Batista

quarta-feira, 13 de março de 2013

A reflexão sobre as práticas educativas pela via da pesquisa


Estágio é um momento muito importante para o futuro professor além de ser um complemento à sua formação. Durante a realização do estágio, o aprendiz terá a oportunidade de obter contatos com diferentes situações e realidades sociais, econômicas e culturais, sendo interessante desenvolver um olhar investigativo sobre situações em sala de aula para conflitar com seus conhecimentos adquiridos desenvolvendo uma consciência crítica e construtiva.
Podemos observar que a formação continuada de professores já desenvolveu um movimento há algum tempo atrás em nosso País, mas sem apoios, descontinuidade de programas e políticas publicas o movimento torna-se enfraquecido.
É preciso compreender que antes de educar é preciso se educar, se atualizar e entender os educandos como futuros cidadãos desenvolvendo diretrizes para práticas pedagógicas visando objetivos no desenvolvimento dos educandos, buscar embasamentos teóricos para o enriquecimento das rotinas e desenvolver exercícios apropriados para cada fase do desenvolvimento.
Durante a realização de estágio, é necessário observar se o educando está sendo respeitado como cidadão, com direitos e liberdade, ações que certamente irão atribuir ao seu desenvolvimento.
 A vivência em sociedade começa na escola, mas é lamentável que a educação infantil ainda seja considerada por muitos como assistencialista, poderia ser a base para toda a educação dos cidadãos.
Podemos afirmar que alguns profissionais da educação buscaram e desenvolveram uma excelente formação, desenvolvem criatividade em suas práticas educacionais mesmo que por vezes não tem acesso á recursos para melhorar o seu trabalho. Por outro lado, encontramos profissionais que a formação deixa a desejar, não procuram desenvolver práticas pedagógicas objetivas muito menos criatividades, muitas vezes até com recursos à sua disposição. Para uma boa formação e prática docente além dos recursos oferecidos é de suma importância o interesse e desejo de ser um educador que realmente proporcionará a diferença a seus educandos visando e acreditando em um mundo melhor.


Ana Carolina Vieira
Maurício Miyashiro
Patrícia de Alencar Lie
Thais Batista

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Contatos com a Diversidade





Boa Tarde!

Educação não tem cor, não tem rótulos e não deve admitir preconceitos.
Quando tratamos de diversidade devemos ter familiaridade  ao invés de realizar campanhas ou projetos sobre o assunto, porque a diversidade não se trata de “um conteúdo” .
O assunto em questão deve ser inserido na vida de nossos alunos desde a educação infantil onde iniciam sua vida em sociedade.
O ideal é fazer com que a diversidade seja  apresentada  durante as relações dos alunos, em atividades em sala de aula, brincadeiras, pinturas, desenhos  ou seja, no convívio do dia-a-dia para que possam observar as diferenças e as semelhanças, porque por mais que o ambiente escolar esteja preparado a atender as diversidades é na relação do educador com o aluno que irão se desenvolver as práticas que acolham esse universo. Para isso é necessário envolver todos os seres que compõe este ambiente escolar para que estes possam ter sensibilidade  para perceber  ao seu redor.

Patrícia Alencar Lie.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O papel da diversidade na pré-escola.

Bom dia, leitor!

Hoje em dia, o contexto escolar tem se inserido cada vez mais cedo na rotina da criança: ao entrar na pré-escola, a criança se distancia da convivência familiar e começa a viver uma fase de adaptação, pois o ambiente escolar é totalmente desconhecido, exigindo da criança aprender a conviver com outros indivíduos (adultos e outras crianças) e criar vínculos afetivos.

Após este contato inicial com a escola, o ambiente escolar torna-se uma rotina para a criança, exercendo um papel fundamental na educação e desenvolvimento, já que promove o sentimento de segurança e permite a criança agir naturalmente, sem que sinta medo ou receio. Neste momento, é possível para o educador perceber a diversidade que existe entre seus alunos, assim viabilizando para que se inicie um trabalho pedagógico de aprendizado sobre as diferenças entre cada indivíduo, e o respeito para com essa diferença, seja racial, física ou cultural.

Enfim, a diversidade existe. Ela é o caminho para a transformação pedagógica, e uma oportunidade para que os profissionais visualizem as individualidades e necessidades de cada criança, para que todos sejam tratados, nesta diversidade, com igualdade.
Ana Carolina .